Juros Simples vs Juros Compostos
Os juros simples são calculados apenas sobre o capital inicial — não ganham juros sobre juros já acumulados. A fórmula é: J = C × i × t (Juros = Capital × taxa × tempo). São lineares, previsíveis e comumente usados em empréstimos de curto prazo e alguns títulos.
Os juros compostos, por outro lado, ganham juros sobre o capital mais todos os juros já acumulados. Em prazos longos, a diferença é enorme. A 10% por 30 anos, R$ 10.000 crescem para R$ 40.000 com juros simples, mas para mais de R$ 174.000 com juros compostos anuais.
Entender a diferença é importante porque: tomadores de empréstimo preferem juros simples (custo total menor), enquanto investidores preferem juros compostos (retorno total maior).
Perguntas Frequentes
Quando os juros simples são usados na vida real?
Juros simples são comuns em: empréstimos pessoais de curto prazo, alguns títulos do governo, cheque especial (em alguns países) e cálculos de multas e correções. No Brasil, a maioria dos produtos financeiros usa juros compostos — incluindo financiamentos, cartões de crédito e investimentos.
Qual é a fórmula dos juros simples?
J = C × i × t — onde J são os juros, C é o capital inicial, i é a taxa de juros anual (como decimal, ex: 10% = 0,10) e t é o tempo em anos. Montante final = C + J = C(1 + i × t).
Juros simples para dias, não anos?
Converta dias em fração do ano: t = dias ÷ 365. Por exemplo, juros simples sobre R$ 5.000 a 12% por 90 dias = R$ 5.000 × 0,12 × (90/365) = R$ 147,95. Na calculadora, insira 0,25 para 3 meses, 0,5 para 6 meses, etc.